Estreia, Nova Coluna: Fábulas do Sebastian
Quarta-feira 18 de Abril de 2012 às 22:37 | Arquivado em: Fábulas do Sebastian

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Ora, ora, ora, se não são os Menudos do século XXI, minhas saudações. Espero que não estejam tentando forçar as inúteis vozes de vocês pra alcançar algum solo no qual eu poderia liderar na Dalton, mas prestem atenção no que direi. Meu olhar e tom irônico sempre soa como algo sexy, assim como meu cabelo, olhos, sorriso e tudo o que meu pai (advogado do estado caso haja alguma suposta ameaça abaixo deste texto) me passou através do seu DNA falando claramente caso você não tenha entendido a frase e seja um destemido aluno do McKinley, mas vamos direto ao ponto, estava andando certamente após o ensaio dos Warblers pelos corredores limpos da Dalton e dei de cara – esbarrei, sendo mais formal – com uma professora. Ela deixou cair todos os livros que estava segurando e veio me contar uma história triste e sonolenta sobre como ela perdeu o marido e que estava devastada pois o enterro fora ontem. Ela estava de branco, o que me surpreendeu, segurou minha mão – o que me surpreendeu e assustou mais -, deu um suspiro afim de segurar o choro que iria vir a tona logo logo. E foi dito e feito, poi-se a chorar, apoiada no meu ombro, tentei me segurar e a única coisa que consegui dizer foi ‘Eu sinto muito.’ Bom, eis o meu ponto de vista sobre isso, o ciclo da vida é nascer, crescer, viver, infernizar a vida de alguém que não corresponde seu sentimento, ‘sal gemar’ os olhos dessa pessoa, e morrer, então, meu conselho, guarde o sentimento de culpa ou de luto pra você pois aquela professora acabou ME DEVASTANDO com o olhar e os olhos encharcados de lágrimas. Mas, pra quem me conhece (pai, mãe me desculpem pelas travessuras na infância) sabe que eu possuo um lado ruim enorme que de tanto se endurecer ás vezes amolece, e amoleceu naquela hora ou até depois. Se eu senti pena dela? Quem sabe. Se quis mandá-la se aconchegar nos suéteres de lã do Blaine que eu aposto que são absorventes de lágrimas? Com toda a certeza e o blazer sagrado que nós, Warblers, usamos. Blaine agora não me interessa mais, caso queiram saber se ousarem me perguntar se vi o Sr. Pirata da pálpebra arranhada após o ‘incidente’, ele não me importa e nem com quem ele está (por favor me avisem se virem-o com a bicha velha que se acha a Patti LuPone (Kurt), pois pedi pro meu pai encomendar uma máquina de sal gema especial que atira slushies a mais de 4 metros de distância, E DESSA VEZ NENHUM GAY METIDO A HÉTERO VAI INTERFERIR NA DESGRAÇA!!!!), por que agora estou me encontrando com o Karofsky – um jogar de futebol -, só estou esperando a licença da proteção de uma só pessoa num relacionamento contra a agressão nas relações para os encontros no bar gay do fim da estrada passarem pra tardes no Lima Bean, afinal, nunca se sabe quando um ex cometedor de bullying voltará aos seus hábitos do passado. O breve passeio que amoleceu meu coração teve fim após as minhas palavras que confortaram a professora. Tive que me despedir da Srª Lilly – não fique se perguntando se eu mandei ela ir ao encontro dos suéteres do Blaine pois eu mandei -, ela foi calorosa e até deixou um lenço assoado no meio do carpete do corredor silencioso, boa sorte serventes que ganham $50 dólares por semana pra limpar a meleca que ficou grudada lá e que eu espero (TORÇO) que ninguém caia quando pisar nela. E essa é a minha doce narração de como são os momentos em que vivencio na Dalton. Espero que minhas palavras não te ofendam, E SE OFENDERAM QUE VOCÊ VÁ DIMINUIR SEU PÊNIS NO PHOTOSHOOP COM UMA MONTAGEM BEM CONVINCENTE E DEPOIS AMEAÇAR ALGUÉM POIS IRÁ DIVULGAR NO GOOGLE… Ops, Miss Rachel Not Streisand, se estiver lendo essa última frase saiba que a foto do Finn pelado não foi uma simples montagem que o Jared fez.
XOXO, Sebastian, O Warbler.”

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